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PROGRAMA EUROPEU DE SAÚDE 2014-2020: CANDIDATURAS ABERTAS

New_EC_logo_enA Comissão Europeia abriu recentemente o concurso para financiamento a projecto inovadores no domínio da saúde.

As candidaturas podem ser submetidas até 2 de Junho de 2016!

 

 

 

Os projectos devem ter uma natureza inovadora e incidir sobre um dos seguintes temas prioritários:

  • Saúde dos migrantes;
  • Consumo de álcool e drogas ilícitas;
  • Doenças crónicas.

Podem candidatar-se entidades públicas e privadas sem fins lucrativas, centros de investigação e universidades dos estados membros da UE, da Noruega e da Islândia.

 

Os projectos podem ser financiados até 60% do total das despesas elegíveis.

 

No link abaixo podem consultar o texto completo to convite à apresentação de propostas.

 

http://ec.europa.eu/chafea/documents/health/hp-pj-2016-call-text_en.pdf

 

 

Bom trabalho e bons negócios!

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+INOVAÇÃO +INDÚSTRIA: Faltam 12 dias!

pvEstá aberto, até 30 de Abril, o concurso + INOVAÇÃO + INDÚSTRIA. Já só faltam 12 dias para o fecho da actual janela de candidaturas.

Esta é uma iniciativa regular da PORTUGAL VENTURES, destinada a seleccionar e investir em projectos de indústria nacional em sectores tradicionais da economia, mas com elevado potencial de mercado.

 

 

São elegíveis novas empresas – até 3 anos de vida – com sede e controlo accionista e de gestão em Portugal e que visem a produção de bens, equipamento ou serviços destinados à modernização e/ou inovação dos sectores tradicionais da economia nacional. Devem apresentar uma tecnologia/produto industrializável, baseado em tecnologia proprietária e escalável no mercado global.

 

Se é um empreendedor, gestor, técnico ou investigador de uma empresa industrial ou do SCTN , se a sua empresa opera num dos sectores elegíveis, se o seu projecto está em fase seed ou start-up/growth e se procura investidores para o seu projecto, esta é uma oportunidade importante.

São elegíveis os sectores seguintes:

  • Agro-industrial (inclui produção agrícola, transformação, packaging e distribuição);
  • Moda (inclui têxtil e calçado);
  • Florestal (inclui papel, madeiras e cortiças);
  • Habitat (inclui cerâmica, mobiliário, produtos metálicos e construção);
  • Químico (inclui plásticos e matérias primas para indústria);
  • Tecnologias de produção (inclui maquinaria, sistemas produtivos e moldes);
  • Mobilidade (inclui componentes para veículos de transporte), esteja atento.

Quer saber mais?

Siga este link ou contacte-nos.

 

 

 

 

Bons negócios!

15º CONCURSO DO CALL FOR ENTREPRENEURSHIP

pvEstá aberto o pré-registo para candidaturas à 15ª Call For Entrepreneurship da Portugal Ventures.

Esta iniciativa visa possibilitar o acesso a investimento de capital de risco por parte de projectos de base científica e tecnológica nas fases de “pre-seed”, “seed” e “start-up”.

 

 

 

Serão elegíveis para investimento projectos nas áreas de:

  • TICE & WEB (Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica, Tecnologias e conceitos para social web).
  • Ciências da Vida (Biotecnologia, novas tecnologias, produtos e serviços para assistência médica, equipamentos e dispositivos médicos).
  • Recursos Endógenos (Energia, Agroalimentar, Floresta e Mar), Nanotecnologia e Materiais.
  • Inovação Tecnológica para o Turismo (serviços inovadores e produtos complementares à oferta tradicional do turismo nacional).

As candidaturas podem ser submetidas a partir de 2ª feira, dia 18 de Abril.

 

Sobre o programa

A Call For Entrepreneurship é o ponto de entrada do Programa de Ignição da Portugal Ventures e visa possibilitar o acesso a investimento de Capital de Risco por parte de projetos inovadores de base científica e tecnológica nas fases nascentes

O investimento da Portugal Ventures, através dos Fundos de Capital de Risco (FCR) por si geridos, poderá ascender a um valor de 750 mil euros, com um montante médio indicativo de 300 mil euros por projecto. O valor deste financiamento representará até 85% das necessidades de financiamento totais de cada projecto, sendo realizado ao longo de 2 anos de acordo com as metas definidas previamente. Será concedida aos promotores a maioria do capital social da empresa, aceitando-se a sindicação do investimento com outros investidores.
Bons negócios!

O PT2020 E O FINANCIAMENTO DE INVESTIMENTO EM ECONOMIA DIGITAL

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No âmbito do PT2020, foram lançados recentemente concursos para incentivos a projectos de modernização, qualificação e internacionalização de empresas.

Os projectos podem ser promovidos em qualquer região do território continental e o apoio pode alcançar 45% do total do investimento a realizar (40% para a região de Lisboa).

Esta é uma oportunidade para as empresas que têm ou estão a desenvolver planos de expansão na economia digital e no mercado global. Os projectos podem incidir sobre:
– A criação de novos canais de distribuição de produtos e serviços já existentes, aproveitando as facilidades da economia digital e das modernas tecnologias de transporte, comunicação e informação;
– O marketing global por via digital de novos produtos e serviços, especialmente se forem produto de engenharia, investigação e desenvolvimento próprios e estiverem focados na economia global;
– A melhoria significativa de processos e da eficiência das empresas, se para tal for necessário o investimento em novas tecnologias de informação e gestão que digitalizem as tarefas operacionais e de suporte na empresa.

As candidaturas podem ser apresentadas até ao próximo dia 13 de Maio de 2016. Se pretender mais informação sobre este tema e como pode ver financiado o seu investimento na economia digital, contacte-nos.

#2016PortugalMaior

Onde é que a Economia Digital avança mais depressa?

Economia Digital Mundial

 

A transição para a economia digital faz-se a diferentes ritmos e velocidades – rápida e fluída em alguns países, lenta e aos solavancos em outros. E a geografia digital mostra características próprios e diferentes da geografia global como a conhecemos. Mas, nas contas finais, onde é que a economia digital cresce mais?

A HBR agregou conjuntos de países em grupos atendendo à sua preparação e prontidão para a economia digital (medida pelo Digital Evolution Index). A intenção foi compreender quem está preparado para colher os benefícios da economia digital… e quem não está.

Algumas conclusões são surpreendentes:
– Asia e América Latina lideram o momentum, ou seja, são aqueles que mais podem ganhar de imediato com o investimento na economia digital;
– Países como a Holanda e Singapura têm o mesmo nível de avanço tecnológico, mas apresentam um momentum completamente diferente, muito mais relevante em Singapura do que na Holanda (que perdeu imensas oportunidades nos últimos 5 anos como destino atractivo de investimento na área).

Com base nos resultados foram criados 4 grupos de países:
– Stand Out: países com alto nível de desenvolvimento digital e com taxas rápidas de crescimento. Estão aqui os EUA, Singapura, os EAU e países como a Irlanda e a Suíça.
– Stall Out: países com alto nível de desenvolvimento digital mas que mostram muito pouca evolução. Neste grupo estão a maioria das economias europeias, Austrália e Japão, países com mercados digitais enormes mas sem crescimento. E em envelhecimento acelerado o que não oferece boas perspectivas em termos de penetração de novas tecnologias digitais no consumo.
– Break-Out: países com baixo nível de desenvolvimento digital mas que mostram evolução rápida e que podem tornar-se Stand-Out a médio prazo. Os exemplos mais significativos são a India, Brasil, Vietnam e Filipinas. São economias digitais pequenas mas muito jovens e com elevada penetração de novas tecnologias nas camadas jovens.
– Watch Out: países que têm desafios gigantescos a ultrapassar e não parecem interessados em investir na área. Os exemplos mais claros são a Indonesia, a Russia, Nigéria ou Egipto. Apesar das suas demografias extremamente atraentes – países populosos e mercados atraentes – não mostram desenvolvimento relevantes ao nível digital. Portugal também está neste grupo.

Nestas economias vão surgir os próximos mil milhões de consumidores digitais. Vão usar maioritariamente dispositivos móveis, vão consumir produtos de qualquer zona do mundo e poderão ser fornecidos por empresas sedeadas em qualquer um dos grupos de países que foram identificados. Mas os consumidores de cada grupo de países terão diferentes perfis e terão de ser abordados pelas empresas da economia digital de forma diferente. As empresas digitais terão de ultrapassar em muitos casos diferenças societais, etárias, culturais, infra-estruturais e mesmo reguladoras de modo a poderem prosperar no mercado.

Novas obrigações legais a partir de 23 de Março

 Novas obrigações legais dos Estabelecimentos Comerciais, que prestem serviços ou forneçam bens a consumidor final (art.º 18 da Lei n.144/2015)

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A partir de 23 de Março todas as empresas que forneçam bens ou serviços a consumidores finais estão obrigadas a dispôr, de forma clara e vísivel, informação sobre os centros de arbitragem para resolução de conflitos.

Esses conflitos podem surgir na altura da compra de um bem ou fornecimento de um serviço e as empresas terão de apresentar as informações referentes ao centro da sua área de actividade.

Esta informação terá de estar presente no website da empresa e a não apresentação desta informação pode incorrer em contra-ordenações.

Se precisar de apoio nesta actualização de informação no seu website a Selmax pode ajudá-lo: contacte-nos.

Incentivos à internacionalização e modernização até 13 de Maio!

compete2020E abriram finalmente os (muito esperados) concursos no âmbito dos sistemas de incentivos à modernização e internacionalização de empresas.

Pretende investir em internacionalização, economia digital, marketing internacional, qualidade, distribuição ou formação e procura apoios a fundo perdido?

 

A SELMAX ajuda!

  • Se seguir os links abaixo pode saber mais sobre os concursos actualmente abertos.
  • Se nos contactar, teremos todo o gosto em ajudá-lo a compreender como pode beneficiar destes apoios. E ainda produzimos para si o guia “APOIO A INTERNACIONALIZAÇÃO/QUALIFICAÇÃO: COMO FUNCIONA?”. Contacte-nos e enviamos gratuitamente para o seu endereço de correio electrónico.

 

Bons negócios!

#2106portugalmaior

 

Até 13 de Maio.

Aviso 04/SI/2016

Aberto concurso para Apresentação de Candidaturas – Sistema de Incentivos “Internacionalização das PME”

Aberto concurso para Apresentação de Candidaturas – Sistema de Incentivos “Qualificação das PME”

TIR vs ROE ou porque nem sempre investidores e empreendedores se entendem…

handshake-440959_960_720Empreendedores e investidores seguem caminhos diferentes em termos de objectivos e riscos no desenvolvimento de um projecto. Assumir e compreender estas diferenças poupa tempo e desentendimentos numa negociação.

Espera-se do empreendedor a motivação para fazer crescer uma ideia, a resistència durante o seu desenvolvimento e a satisfação com o seu sucesso, quase como uma extensão de si próprio. Do investidor espera-se que aceite riscos e acredite no empreendedor e no seu projecto, apoiando-o com capital, contactos e conhecimento.

Parecem alinhados? Sim… mas no final de cada projecto as expectativas de ambos são diferentes. Muito diferentes.

 

Empreendedor e investidor querem projectos de sucesso, que criem valor e sejam rentáveis. Mas não medem a rentabilidade e o sucesso de igual forma.

 

Esta diferença está no centro de muitas das discussões  entre empreendedores e financiadores/capitais de risco. O empresário quer o retorno do investimento, mas mede-o pelo sucesso do projecto como um todo. O investidor quer o retorno do seu capital aplicado… o que pode ter um prazo e um ritmo bem diferente do projecto.

Ambos avaliam os seus objectivos através de diferentes indicadores. É comum o empreendedor escolher indicadores de rentabilidade para apresentar o projecto. Mas nem sempre estas medidas são as mais úteis para o financiador…. Vamos então ajudar.

Se é um empreendedor ou gestor de um projecto, quase de certeza que se tem preocupado muitas vezes em apresentar a maior Taxa Interna de Rentabilidade (TIR) possível para o seu projecto ou negócio. A TIR indica a taxa de rentabilidade hipotética de um projecto. É o resultado da cobertura integral dos cash-outs pelos cash-ins gerados pelo projecto. Uma taxa atraente, normalmente, significa que um projecto gerou cash-ins mais depressa e cobriu os seus custos de investimento. É a métrica preferida dos promotores de um projecto. Mas atenção! Esta métrica, apesar de importante, não diz ao potencial financiador quando é que recebe o seu dinheiro de volta! Isso depende de decisões de gestão, de uma correcta política de dividendos e de um plano de saída bem preparado.

Financiadores e capitais de risco usam frequentemente outras medidas, relacionadas com o custo de aquisição por cliente, taxas de retenção, retornos ao longo do ciclo de vida do projecto… mas no final o que interessa mais do que tudo é o Return on Equity (ROE) na optica do investidor, a medida de retorno dos capitais próprios aplicados num projecto, ilustrando a forma como esses capitais são remunerados. Na perspectiva do investidor esta é uma medida de avaliar como e quando recebem o seu dinheiro de volta. E isto é determinante para que o investidor considere o projecto interessante (independentemente da TIR do projecto).

Porque é que interesses diferentes geram confusão à mesa de negociações? Porque o empresário/empreendedor mede o sucesso pelo valor criado pelo projecto e pela capacidade do mesmo se sustentar (e a si próprio como gestor, por exemplo). Mas o investidor quer o seu dinheiro de volta. E um projecto pode ser muito rentável, mas mesmo assim não assegurar ao investidor que este tem o seu capital e rendimento de volta em tempo útil ou com a rentabilidade esperada.

Todos os empresários e empreendedores devem ter isto em consideração quando negoceiam capitais de risco. E isto implica planear a forma como a empresa/projecto vão pagar o capital aplicado por investidores, o plano de saída desses mesmo investidores e o plano de dividendos ao longo da vida do projecto. Afinal, quem é que quer investir num projecto, por muito rentável que pareça, que depois não distribui resultados nem garante ao uma saída interessante?

Por isso lembre-se de apresentar, nos seus planos de negócio, não só a rentabilidade do projecto (TIR), mas também outras métricas standard na óptica do capital de risco e úteis para medir a rentabilidade para o investidor (ROE) na óptica deste… vai poupar tempo, mostrar melhor preparação e evitar muitas conversas desagradáveis pelo meio.

 

Bons negócios

Calcule o ROI do investimento no seu website!

calculator-385506_960_720Definiu o seu orçamento de marketing, mas tem dúvidas se deve ou não investir num novo website ou na sua primeira presença no mundo digital?

Sabemos que as empresas que contactamos têm dificuldade em medir o impacto do investimento realizado em web e marketing digital. As perguntas a que não conseguem responder são quase sempre as mesmas. Afinal qual o retorno esperado? Isto não é só despesa? Como é que eu explico este investimento à Direcção?

A nossa equipa ajuda!

Desenvolvemos uma ferramenta simples para o ajudar e pode usá-la livremente.

Introduzindo informação simples e de fácil acesso, esta folha de cálculo permite-lhe estimar a rentabilidade e o payback do seu investimento num novo website. E ainda o informa de quanto valerá potencialmente o seu novo website num prazo de 2 anos – sim, não se esqueça que o seu website é um activo, tem valor e pode ser transaccionado.

Agora pode decidir mais facilmente quanto pretende investir na sua presença na internet e quais os resultados que espera obter. E se tem dúvidas sobre este tema contacte-nos. Temos o know-how para avaliar investimentos em marketing digital e todo o gosto em ajudar.

Siga este link….e bons negócios!

 

Clique aqui

 

O link abre uma folha de cálculo em Google Docs que pode usar e partilhar livremente. Uma prenda da SELMAX!

Políticas de estímulo a procura e sistemas de incentivos.

logoO programa económico do actual governo centra-se claramente no estímulo à procura interna, procurando alavancar o crescimento e o emprego. Ou seja, num contexto internacional adverso – pelo menos suficientemente adverso para que no curto prazo não se espere que sejam as exportações a alavancar o crescimento – o actual governo aposta no estímulo ao consumo privado e ao investimento. Este é um resumo simplificado, mas genericamente fiel, do que se espera venha a ser a linha de intervenção do estado na economia em 2016 e nos anos subsequentes.

 

Se ao nível do consumo as medidas previstas têm gerado polémica, são poucos os que discutem o recurso a políticas públicas de estímulo ao investimento privado. Dadas as actuais limitações orçamentais, o exercício desta opção governativa deverá ser realizado sobretudo com recurso aos fundos estruturais disponibilizados pela UE e instrumentalizados no programa Portugal 2020. E isso torna este programa especialmente importante como instrumento de políticas públicas de apoio ao investimento e ao emprego e as suas linhas devem ser entendidas como guias para o que serão as áreas de estímulo nos próximos 5 anos.

Como os ciclos políticos não são neutros na economia, esperamos que em 2016 se “carregue” neste instrumento, ou seja, que sejam direccionados para as empresas e empreendedores recursos significativos de estímulo à produção, à inovação e à internacionalização da economia como aconteceu no início da implementação do QREN em 2007-2008.

O actual governo considera especialmente importante aplicar tanto investimento quanto possivel. Falta agora perceber se o tecido empresarial nacional tem capacidade para absoerver estes apoios sem, como em anos anteriores, se endividar dramaticamente junto da banca.

Concorde-se ou não com esta política, as suas linhas e instrumentos estão definidos para os próximos 5 anos e devem ser considerados na definição das estratégias empresariais.

 

Aos empresários e empreendedores nacionais recomendamos vivamente a leitura da informação disponibilizada no site do programa (https://www.portugal2020.pt/Portal2020).

 

Bons negócios.

Dinis Martins

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