Category: Sales Consulting

O PT2020 E O FINANCIAMENTO DE INVESTIMENTO EM ECONOMIA DIGITAL

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No âmbito do PT2020, foram lançados recentemente concursos para incentivos a projectos de modernização, qualificação e internacionalização de empresas.

Os projectos podem ser promovidos em qualquer região do território continental e o apoio pode alcançar 45% do total do investimento a realizar (40% para a região de Lisboa).

Esta é uma oportunidade para as empresas que têm ou estão a desenvolver planos de expansão na economia digital e no mercado global. Os projectos podem incidir sobre:
– A criação de novos canais de distribuição de produtos e serviços já existentes, aproveitando as facilidades da economia digital e das modernas tecnologias de transporte, comunicação e informação;
– O marketing global por via digital de novos produtos e serviços, especialmente se forem produto de engenharia, investigação e desenvolvimento próprios e estiverem focados na economia global;
– A melhoria significativa de processos e da eficiência das empresas, se para tal for necessário o investimento em novas tecnologias de informação e gestão que digitalizem as tarefas operacionais e de suporte na empresa.

As candidaturas podem ser apresentadas até ao próximo dia 13 de Maio de 2016. Se pretender mais informação sobre este tema e como pode ver financiado o seu investimento na economia digital, contacte-nos.

#2016PortugalMaior

Onde é que a Economia Digital avança mais depressa?

Economia Digital Mundial

 

A transição para a economia digital faz-se a diferentes ritmos e velocidades – rápida e fluída em alguns países, lenta e aos solavancos em outros. E a geografia digital mostra características próprios e diferentes da geografia global como a conhecemos. Mas, nas contas finais, onde é que a economia digital cresce mais?

A HBR agregou conjuntos de países em grupos atendendo à sua preparação e prontidão para a economia digital (medida pelo Digital Evolution Index). A intenção foi compreender quem está preparado para colher os benefícios da economia digital… e quem não está.

Algumas conclusões são surpreendentes:
– Asia e América Latina lideram o momentum, ou seja, são aqueles que mais podem ganhar de imediato com o investimento na economia digital;
– Países como a Holanda e Singapura têm o mesmo nível de avanço tecnológico, mas apresentam um momentum completamente diferente, muito mais relevante em Singapura do que na Holanda (que perdeu imensas oportunidades nos últimos 5 anos como destino atractivo de investimento na área).

Com base nos resultados foram criados 4 grupos de países:
– Stand Out: países com alto nível de desenvolvimento digital e com taxas rápidas de crescimento. Estão aqui os EUA, Singapura, os EAU e países como a Irlanda e a Suíça.
– Stall Out: países com alto nível de desenvolvimento digital mas que mostram muito pouca evolução. Neste grupo estão a maioria das economias europeias, Austrália e Japão, países com mercados digitais enormes mas sem crescimento. E em envelhecimento acelerado o que não oferece boas perspectivas em termos de penetração de novas tecnologias digitais no consumo.
– Break-Out: países com baixo nível de desenvolvimento digital mas que mostram evolução rápida e que podem tornar-se Stand-Out a médio prazo. Os exemplos mais significativos são a India, Brasil, Vietnam e Filipinas. São economias digitais pequenas mas muito jovens e com elevada penetração de novas tecnologias nas camadas jovens.
– Watch Out: países que têm desafios gigantescos a ultrapassar e não parecem interessados em investir na área. Os exemplos mais claros são a Indonesia, a Russia, Nigéria ou Egipto. Apesar das suas demografias extremamente atraentes – países populosos e mercados atraentes – não mostram desenvolvimento relevantes ao nível digital. Portugal também está neste grupo.

Nestas economias vão surgir os próximos mil milhões de consumidores digitais. Vão usar maioritariamente dispositivos móveis, vão consumir produtos de qualquer zona do mundo e poderão ser fornecidos por empresas sedeadas em qualquer um dos grupos de países que foram identificados. Mas os consumidores de cada grupo de países terão diferentes perfis e terão de ser abordados pelas empresas da economia digital de forma diferente. As empresas digitais terão de ultrapassar em muitos casos diferenças societais, etárias, culturais, infra-estruturais e mesmo reguladoras de modo a poderem prosperar no mercado.

Incentivos à internacionalização e modernização até 13 de Maio!

compete2020E abriram finalmente os (muito esperados) concursos no âmbito dos sistemas de incentivos à modernização e internacionalização de empresas.

Pretende investir em internacionalização, economia digital, marketing internacional, qualidade, distribuição ou formação e procura apoios a fundo perdido?

 

A SELMAX ajuda!

  • Se seguir os links abaixo pode saber mais sobre os concursos actualmente abertos.
  • Se nos contactar, teremos todo o gosto em ajudá-lo a compreender como pode beneficiar destes apoios. E ainda produzimos para si o guia “APOIO A INTERNACIONALIZAÇÃO/QUALIFICAÇÃO: COMO FUNCIONA?”. Contacte-nos e enviamos gratuitamente para o seu endereço de correio electrónico.

 

Bons negócios!

#2106portugalmaior

 

Até 13 de Maio.

Aviso 04/SI/2016

Aberto concurso para Apresentação de Candidaturas – Sistema de Incentivos “Internacionalização das PME”

Aberto concurso para Apresentação de Candidaturas – Sistema de Incentivos “Qualificação das PME”

TIR vs ROE ou porque nem sempre investidores e empreendedores se entendem…

handshake-440959_960_720Empreendedores e investidores seguem caminhos diferentes em termos de objectivos e riscos no desenvolvimento de um projecto. Assumir e compreender estas diferenças poupa tempo e desentendimentos numa negociação.

Espera-se do empreendedor a motivação para fazer crescer uma ideia, a resistència durante o seu desenvolvimento e a satisfação com o seu sucesso, quase como uma extensão de si próprio. Do investidor espera-se que aceite riscos e acredite no empreendedor e no seu projecto, apoiando-o com capital, contactos e conhecimento.

Parecem alinhados? Sim… mas no final de cada projecto as expectativas de ambos são diferentes. Muito diferentes.

 

Empreendedor e investidor querem projectos de sucesso, que criem valor e sejam rentáveis. Mas não medem a rentabilidade e o sucesso de igual forma.

 

Esta diferença está no centro de muitas das discussões  entre empreendedores e financiadores/capitais de risco. O empresário quer o retorno do investimento, mas mede-o pelo sucesso do projecto como um todo. O investidor quer o retorno do seu capital aplicado… o que pode ter um prazo e um ritmo bem diferente do projecto.

Ambos avaliam os seus objectivos através de diferentes indicadores. É comum o empreendedor escolher indicadores de rentabilidade para apresentar o projecto. Mas nem sempre estas medidas são as mais úteis para o financiador…. Vamos então ajudar.

Se é um empreendedor ou gestor de um projecto, quase de certeza que se tem preocupado muitas vezes em apresentar a maior Taxa Interna de Rentabilidade (TIR) possível para o seu projecto ou negócio. A TIR indica a taxa de rentabilidade hipotética de um projecto. É o resultado da cobertura integral dos cash-outs pelos cash-ins gerados pelo projecto. Uma taxa atraente, normalmente, significa que um projecto gerou cash-ins mais depressa e cobriu os seus custos de investimento. É a métrica preferida dos promotores de um projecto. Mas atenção! Esta métrica, apesar de importante, não diz ao potencial financiador quando é que recebe o seu dinheiro de volta! Isso depende de decisões de gestão, de uma correcta política de dividendos e de um plano de saída bem preparado.

Financiadores e capitais de risco usam frequentemente outras medidas, relacionadas com o custo de aquisição por cliente, taxas de retenção, retornos ao longo do ciclo de vida do projecto… mas no final o que interessa mais do que tudo é o Return on Equity (ROE) na optica do investidor, a medida de retorno dos capitais próprios aplicados num projecto, ilustrando a forma como esses capitais são remunerados. Na perspectiva do investidor esta é uma medida de avaliar como e quando recebem o seu dinheiro de volta. E isto é determinante para que o investidor considere o projecto interessante (independentemente da TIR do projecto).

Porque é que interesses diferentes geram confusão à mesa de negociações? Porque o empresário/empreendedor mede o sucesso pelo valor criado pelo projecto e pela capacidade do mesmo se sustentar (e a si próprio como gestor, por exemplo). Mas o investidor quer o seu dinheiro de volta. E um projecto pode ser muito rentável, mas mesmo assim não assegurar ao investidor que este tem o seu capital e rendimento de volta em tempo útil ou com a rentabilidade esperada.

Todos os empresários e empreendedores devem ter isto em consideração quando negoceiam capitais de risco. E isto implica planear a forma como a empresa/projecto vão pagar o capital aplicado por investidores, o plano de saída desses mesmo investidores e o plano de dividendos ao longo da vida do projecto. Afinal, quem é que quer investir num projecto, por muito rentável que pareça, que depois não distribui resultados nem garante ao uma saída interessante?

Por isso lembre-se de apresentar, nos seus planos de negócio, não só a rentabilidade do projecto (TIR), mas também outras métricas standard na óptica do capital de risco e úteis para medir a rentabilidade para o investidor (ROE) na óptica deste… vai poupar tempo, mostrar melhor preparação e evitar muitas conversas desagradáveis pelo meio.

 

Bons negócios

Políticas de estímulo a procura e sistemas de incentivos.

logoO programa económico do actual governo centra-se claramente no estímulo à procura interna, procurando alavancar o crescimento e o emprego. Ou seja, num contexto internacional adverso – pelo menos suficientemente adverso para que no curto prazo não se espere que sejam as exportações a alavancar o crescimento – o actual governo aposta no estímulo ao consumo privado e ao investimento. Este é um resumo simplificado, mas genericamente fiel, do que se espera venha a ser a linha de intervenção do estado na economia em 2016 e nos anos subsequentes.

 

Se ao nível do consumo as medidas previstas têm gerado polémica, são poucos os que discutem o recurso a políticas públicas de estímulo ao investimento privado. Dadas as actuais limitações orçamentais, o exercício desta opção governativa deverá ser realizado sobretudo com recurso aos fundos estruturais disponibilizados pela UE e instrumentalizados no programa Portugal 2020. E isso torna este programa especialmente importante como instrumento de políticas públicas de apoio ao investimento e ao emprego e as suas linhas devem ser entendidas como guias para o que serão as áreas de estímulo nos próximos 5 anos.

Como os ciclos políticos não são neutros na economia, esperamos que em 2016 se “carregue” neste instrumento, ou seja, que sejam direccionados para as empresas e empreendedores recursos significativos de estímulo à produção, à inovação e à internacionalização da economia como aconteceu no início da implementação do QREN em 2007-2008.

O actual governo considera especialmente importante aplicar tanto investimento quanto possivel. Falta agora perceber se o tecido empresarial nacional tem capacidade para absoerver estes apoios sem, como em anos anteriores, se endividar dramaticamente junto da banca.

Concorde-se ou não com esta política, as suas linhas e instrumentos estão definidos para os próximos 5 anos e devem ser considerados na definição das estratégias empresariais.

 

Aos empresários e empreendedores nacionais recomendamos vivamente a leitura da informação disponibilizada no site do programa (https://www.portugal2020.pt/Portal2020).

 

Bons negócios.

Dinis Martins

Financiamento ao empreendedorismo tecnológico

callEstá aberta a 14ª Janela de Candidaturas ao programa de financiamento ao empreendedorismo tecnológico da Portugal Ventures.

Até ao dia 3 de Março!

 

Procuram-se empreendedores com projectos tecnológicos em fases iniciais do seu lançamento ou expansão e que estejam a apostar nas áreas de:

  • TICE e economia digital;
  • Ciências da vida e biotecnologia;
  • Exploração de recursos endógenos (energia, agronegócio, florestas e economia do mar), nanotecnologia e novos materiais;
  • Novas tecnologias para o turismo, viagens e lazer.

Procuram-se ideias diferenciadas, made in Portugal, que sejam escaláveis e competitivas no mercado global e sobre as quais possam ser definidos claramente direitos de propriedade.

Este é a 14ª Janela do Portugal Ventures! Desde a sua primeira ediçã foram já submetidos 910 projectos com um investimento potencial de mais de 500 milhões de Euros.

 

É a sua vez!

Mais informação em http://www.portugalventures.pt/en/content/call-entrepreneurship-2

 

Bons negócios!

#2016PortugalMaior

Quer saber o retorno do seu investimento em marketing digital? A SELMAX ajuda.

DMA-Median-ROI-by-Select-Direct-Media-Apr2015Fazer um orçamento de marketing não é fácil. Nós sabemos.

Entre catálogos, campanhas por carta, por email e telefone, sites, anuncios na web e na televisão, product placement, promoção, activação, ufa! as hipóteses são muitas e nem sempre está claro o retorno esperado de cada opção.

Tem um orçamento para marketing mas tem dúvidas sobre quanto deve gastar em cada canal? A SELMAX ajuda.

A Direct Marketing Association (DMA), monitoriza desde há vários anos o retorno de cada opção de investimento. As métricas da DMA, apesar de apenas indicativas, são um excelente ponto de partida para a tomada de decisões e seleccionamos aquelas que são os principais indicadores de sucessso numa campanha de marketing: o ROI (Return on Investment) e o CPA (Cost per Acquisition)

Deixamos abaixo as principais conclusões do relatório de Abril de 2015Quer apostar qual o canal que se mostra mais eficaz na recuperação do seu investimento em publicidade? Veja no final de tem razão.

 

ROI (Benchmarks):

  • Email marketing e newsletters: 21-23% (muito menor no caso de listas de prospeção compradas, vulgo bases de dados)
  • Telefone: 19-20%
  • Redes sociais: 15-17%
  • Anuncios em redes móveis: 12-14%
  • Pesquisas pagas: 9-10% (mais elevado quando as campanhas têm marca associada)
  • Anuncios web tradicionais: 6%

Custo de aquisição (CPA):

  • Anuncios web tradicionais: 41-50 USD
  • Pesquisas pagas: 21-30 USD (muito menor quando as pesquisas têm uma marca associada)
  • Correio normal: 19 USD
  • Redes sociais: 16-18 USD
  • Anuncios em redes móveis: 16-18 USD
  • Email marketing e newsletters: 11-15 USD (muito maior no caso de listas de prospecção compradas, vulgo bases de dados)

Conclusão:

As campanhas de marketing que comunicam conteúdos por email (newsletters), para listas de pessoas que pedem a informação voluntariamente, e juntam a isso uma acção nas redes sociais e nas redes móveis, recorrendo às pesquisas pagas relacionadas com marcas (e não palavras genéricas) são as que têm o retorno mais elevado.

 

O relatório completo pode ser consultado no link abaixo:

http://www.marketingcharts.com/traditional/direct-media-response-rate-cpa-and-roi-benchmarks-53645/

 

Conhece o Manual de Oslo?

Conhece o Manual de Oslo? Manual de OsloO Manual de Oslo é a fonte internacional mais importante de diretrizes para a colecta e uso de dados sobre as actividades de inovação na indústria.

Porque é que isto é importante? Porque se estiverem 10 pessoas numa sala, haverá normalmente 10 definições diferentes sobre o que é inovação e como se demarca. Por isso estabeleceram-se algumas normas comuns que permitem que o diálogo seja mais simples.

Empresas e empreendedores devem ter em atenção que este é o instrumento de base, dos sistemas de incentivos nacionais e comunitários, para avaliar o nível de inovação de um projecto ou actividade.

 

Deixamos aqui o que, no manual, se entende por inovação:

“Uma inovação é a implementação de um novo ou significativamente melhorado produto (bem ou serviço), processo, método de marketing ou modelo organizacional numa prática de negócio, organização ou nas relações entre entidades.”

 

E então? A sua ideia é inovadora?

 

Quem tiver curiosidade em conhecer todo o manual pode seguir este link:

http://www.oecd-ilibrary.org/science-and-technology/oslo-manual_9789264013100-en

 

 

#2016PortugalMaior

Editorial:
bulbAno novo… vontades novas!
O início de cada ano é frequentemente acompanhado pelo impulso de mudança, pelo desejo de construir sucessos sobre o que correu bem no ano anterior e corrigir os erros com os quais se espera ter aprendido algo no passado.
Durante este ano queremos ajudar a manter viva esta chama nos empresários, empreendedores e investidores em Portugal.
Periodicamente, vamos fazer-lhe chegar informação sobre negócios, projectos, oportunidades de financiamento e sobre as pessoas e as empresas que inovam Portugal. E também queremos que conheça as nossas ideias e projectos.
Empresas que dialogam e cooperam podem fazer a diferença.
Ideias inovadoras podem tornar 2016 um ano marcante e Portugal um país um pouco maior.
Maior nas inovação.
Maior na criação de valor.
Maior no mercado global e na universo digital.
Bom ano e bons negócios!
#2016portugalmaior

 

Prepare-se, garanta os recursos financeiros e transforme os seus projectos inovadores em realidade em 2016
moneyNeste primeiro trimestre de 2016, espera-se a abertura de novas oportunidade de financiamento a empresas no âmbito do PORTUGAL2020. Mantenha-se informado e acompanhe as oportunidades publicadas em http://www.poci-compete2020.pt/.
Novos investimentos, novos produtos, melhores processos, qualidade, internacionalização ou formação profissional são áreas que podem ser apoiadas e para as quais milhares de empresas nacionais já conseguiram no passado apoios significativos. Se já tem uma ideia de negócio ou produto preparada, não deixe de aproveitar os apoios disponíveis.
E acompanhe esta publicação para conhecer os concursos abertos a cada momento.
Se quiser saber mais, contacte-nos.
#2016portugalmaior

 

Já tem um projecto apoiado por fundos comunitários mas precisa de capital adicional para financiar o investimento em activos fixos e fundo de maneio?
loudOs sistemas de incentivos apoiam as empresas nacionais e são uma oportunidade única que tem de ser aproveitada. Mas nem sempre chega! Muitas empresas têm enfrentado dificuldades na obtenção de recursos complementares aos fundos públicos e comunitários.
Projectos que demonstrem ser viáveis e globalmente competitivos podem, felizmente, ter acesso a alternativas. Fundos de investimento nacionais e internacionais, sociedades de capital de risco, business angels e mesmo a banca comercial e de investimento são opções viáveis.
Mas as ideias inovadoras e os produtos com potencial de sucesso requerem sobretudo capitais próprios. E na SELMAX acreditamos que as empresas nacionais, pequenas, médias e grandes, precisam de aumentar a intensidade de capitais próprios investidos, aumentar a sua dimensão média e as suas competências disponíveis para poderem alcançar eficazmente o mercado global.
Quer saber mais? Contacte-nos.
#2016portugalmaior

 

Indique a informação que considera mais importante e assim podemos produzir melhor.

phoneQueremos, a cada número e a cada envio, melhor a qualidade da informação que produzimos. E para isso precisamos de saber quais as áreas que considera prioritárias para si e para a sua empresa.

 

Dinis Martins

Partner

Nota final: os autores desta optam pela sua redacção na ortografia antiga.

 

A Selmax tem uma nova equipa de consultoria

DM

 

A SELMAX cresceu e fez nascer uma nova equipa.

Uma equipa focada na prestação de serviços de gestão e criação de valor para o sector empresarial produtivo e para os empreendedores e organizações envolvidas no sistema científico e tecnológico nacional.
Uma equipa focada na mobilização de talentos, competências e recursos técnicos e financeiros para projectos de investimento e processos de modernização empresarial.
Uma equipa que acredita nas novas ideias e nos talentos emergentes nas universidades, nos centros de investigação, nas PME’s e nas grandes estruturas empresariais nacionais e estrangeiras. Que acredita que é preciso estimular a inovação e o empreendedorismo, apoiando a produtização, o lançamento e o marketing de novos produtos à escala global.

Criámos serviços para criar, desenvolver e apoiar o financiamento de ideias e negócios que contribuam para a construção de cadeias de valor sólidas e sustentáveis em mercados e segmentos emergentes de elevado potencial, em Portugal e no estrangeiro.

Mobilizar recursos. Assegurar financiamento. Encontrar talentos. Estimular ideias. Criar negócios.
Uma equipa de consultores. Para criar valor.

Dinis Martins

Partner

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