Category: Design

Onde está a sua próxima oportunidade de negócio?

 

Conseguir novos clientes não é fácil. A Selmax sabe isso.

Há mais de 5 anos que ajudamos os nossos clientes a expandir o seu mercado, a aumentar o seu número de actuais clientes. Temos experiência em várias áreas de negócio, com destaque para segmentos b2b. Percebemos as dificuldades dos nossos clientes e sabemos como optimizar os esforços das empresas em descobrir onde está o seu próximo potencial de negócio.

Coordenamos as nossas actividades com a sua equipa comercial para que possa obter resultados imediatos.

Peça-nos um orçamento.

O nosso objectivo é o seu próximo cliente.

 

A Selmax tem uma nova imagem!

Mudam-se os tempos.

Também as empresas têm de se adaptar às novas mudanças: o que antes fazia sentido pode agora ser melhor, mais adequadoaos objectivos que se pretendem.

A Selmax também está a passar por um processo de evolução e quer neste momento adaptar a sua imagem aos novos desafios que se apresentam. Por isso, avançámos com uma modernização da nossa imagem, um novo design, que irá ter um impacto transversal todas as nossas comunicações.

Também já pensou em renovar a imagem da sua empresa? Saiba mais aqui sobre os outros projectos de renovação de marca que a Selmax já efectuou.

Quem tem tempo para a web?

A Selmax é especialista na expansão comercial empresarial em suporte digital. 

Com vasta experiência em áreas b2b, estuturamos toda a fase inicial do túnel de vendas para os nossos clientes.

Articulamos calendários de marketing com a equipa comercial da sua empresa para que os resultados sejam efectivos:

– design e estruturação de apresentações e campanhas comerciais;

- desenvolvimento e actualização de imagem e marca;

– desenvolvimento, manutenção e actualização de websites;

- estruturação e manutenção de campanhas publicitárias de AdWords;

E quaisquer serviços que se revelem adequados à expansão comercial da sua empresa.

Saiba mais sobre o trabalho já efectuado pela Selmax aqui.

Novo Projecto Selmax – Congresso: “Som, Música e Sabedoria”

O Centro Lusitano de Unificação Cultural, organização filosófica com sede em Lisboa, vai organizar no fim de semana de 11 e 12 de Novembro o Congresso “Som, Música e Sabedoria”, que integrará 17 conferências (no âmbito da Arte, da Ciência, da Filosofia e da Espiritualidade) e 9 atuações artísticas.

O design dos posters do Congresso e respectivo material de divulgação ficou a cargo da Selmax, de forma a que o evento pudesse ter todos os benefícios da comunicação visual e de divulgação do evento.

Saiba mais sobre o Congresso “Som, Música e Sabedoria” aqui.

Novo Projecto Selmax – Casimiro F. Carvalho

A Casimiro F. Carvalho é uma empresa com uma história de 30 anos na montagem de refractários e construção de chaminés. Com presença na Lourinhã, prestam vários serviços adicionais na área da construção civil.

Para responder à necessidade de divulgar toda a extensão de serviços que a Casimiro F. Carvalho pode oferecer a Selmax estuturou todoo rebranding da empresa: desde o design do novo logotipo até ao desenvolvimento do novo website.

Saiba mais sobre a Casimiro F. Carvalho visitando o novo website:

www.casimiro.f.carvalho.pt

 

Mensagens ocultas em logotipos famosos

Já se sabe a importância de um logotipo para uma empresa: a assinatura de uma marca, a imagem que distingue uma empresa de outra. E numa altura em que recebemos tanta informação visual, a toda a hora e em qualquer lugar, apenas as marcas com uma imagem distinta e única criará uma impressão mais presente na mente do consumidor.
Um logotipo também pode ser uma boa oportunidade para surpreender quem olha de relance para uma marca, uma forma de inserir mensagens mais discretas, não tão evidentes à primeira vista, mas que criam uma sensação de surpresa no observador. Veja aqui alguns exemplos de logotipos de marcas famosas com uma mensagem oculta.

E se por acaso ainda não tiver um logotipo para a sua empresa, ou se pensa em fazer um rebranding da sua marca, fale com a Selmax e saiba mais sobre os nossos serviços de design e desenvolvimento de marcas.

IMPRESSÃO 3D: A HISTORIA COMEÇA AGORA

prostetic-1273183__180Não foi a revolução rápida esperada há cerca de 10 anos, mas sim uma evolução intermitente e descompassada. A impressão 3D conquistou – e alimentou o crescimento – da comunidade de makers, mas já mostrou a sua intenção de “sair de casa” e, aos poucos, vai transformando a forma de pensar e fazer indústria.

 
A impressão 3D é cada vez mais apropriada pela industria no sentido de responder à crescente necessidade de fabricação de peças personalizadas e de forma flexível.
Já acontece na fabricação de moldes e próteses dentárias, na fabricação de ajudas técnicas para a saúde – muletas, próteses, etc – e no desenvolvimento acelerado de serviços de teste e prototipagem rápida em várias indústrias. Sectores como os moldes e o calçado já utilizam a impressão 3D para simular novos produtos e a sua resposta rápida pelo mercado. Graças à sua flexibilidade, indústrias de base como a aeronáutica e aero-espacial podem usar a fabricação 3D para responder a especificações de peças e componentes que apenas vão ser usados numa aeronave ou num cliente, reduzindo drasticamente os custos de re-tooling e aumentando a satisfação do cliente.

 

A Wohlers estima que o mercado é ainda pequeno mas está a crescer a uma taxa de 26%, valendo cerca de 5,2 mil milhões de USD só nos EUA.

Dados da Mckinsey estimam que o crescimento acelerado da impressão 3D e fabricação incremental levarão a que, em 2025, este mercado tenha um impacto superior a 500 mil milhões de USD na economia global.

 



A rápida evolução tecnológica está a melhorar a qualidades das impressoras 3D, a qualidade dos materiais e consumíveis de impressão e a usabilidade dos equipamentos. Já existem equipamentos capazes de imprimir sólidos em mais de 360 000 cores diferentes. Noutro sentido, impressoras industriais podem já imprimir objectos da dimensão de uma casa.
O futuro trará impressões mais rápidas, mais flexíveis, em novos materiais que irão das resinas ao titânio e produtos finais de maior qualidade, capazes de ser produzidos em casa pelo cliente final (como um aparelho para os dentes ou saltos de sapatos personalidades).
A impressão 3D nunca substituirá a produção em massa. Mas nem deverá ser essa a sua função.

 

A impressão 3D responde a um outro modo de fazer industria, um modelo de maior interacção entre o cliente e o fabricante, entre a peça e o seu utilizador. No mundo da indústria 4.0 e consumo 4.0, a impressão 3D terá um papel determinante.
Bons negócios!

 

 

INDUSTRIA 4.0: EVOLUIR É PRECISO

connectHá um novo modelo de economia em evolução desde há mais de 40 anos.

Reconhecemo-lo nos seus solavancos, de tempos a tempos, especialmente quando uma inovação radical impacta directamente na forma como produzimos ou consumimos individualmente ou em sociedade.

Tivemos uma revolução digital que mudou a nossa forma de interagimos com o mundo e com os nossos semelhantes. Tivemos a conectivização do mundo, com acesso a dados e imagem em qualquer lugar em qualquer momento. Tivemos a emergência do M2M, a comunicação entre máquinas, hoje estendida a outros objectos que eram, há bem pouco tempo, bem menos “inteligentes”. Esta evolução é clara e identificável. Fomos muito para além da mecânica, da electricidade e da electrónica.

 

Mas podemos já falar de uma nova revolução industrial?

Podemos já identificar um novo paradigma, um novo modelo de economia, de meios e relações de produção mais inteligentes, interconectáveis e interoperáveis?

 

Há um caminho a percorrer neste sentido, mas ainda não concretizámos a promessa da 4ª revolução industrial.

A evolução tecnológica ainda não foi integrada na industria e no consumo de modo a alterar o modelo dominante da 3ª revolução industrial. Ainda produzimos com foco na normalização e na produção em massa. Ainda somos basicamente consumidores 3.0, de produtos uniformes e na fronteira do “good enough”.

 

Mas percebemos que a economia evoluirá para o novo modelo:

  • Onde o consumo em massa é substituída por preferências indididuais mais claras;
  • Onde a industria tem de procurar eficiências nas economias de aprendizagem e de custo e não nas economias de escala;
  • Onde os produtos são realizados em pequenas séries costumizáveis e evoluem com a mudança rápida das preferências individuais.

 

Esperam-se mais consumidores, de mais produtos cada vez mais complexos, em cada vez mais regiões do mundo. Espera-se a necessidade de recolher e interpretar cada vez mais informação, recolhida a partir de um número crescente de objectos reais e virtuais. Espera-se um modelo de produção onde máquinas e humanos terão de interagir de forma mais inteligente, de forma a que os recursos disponíveis sejam usados de forma eficiente e com maior valor acrescentado.

 

A nova economia será o reflexo desta revolução, de consumo e indústria. Longe de ser um estado estável, um paradigma assente, a evolução em curso é um processo de aprendizagem e adaptação.

 

As empresas e os seus gestores devem perceber como evoluir neste processo e como participar no seu desenvolvimento. Ou enfrentarão as mesmas dificuldades que as empresas do passado conheceram quando a automação e a electrónica revolucionaram a forma de fazer negócios no sec.XX.

 

Evoluir é preciso. E ainda bem. Porque significa que ainda estamos, todos, a tempo.

 

Bons negócios!

 

 

 

Financiamento ao empreendedorismo tecnológico

callEstá aberta a 14ª Janela de Candidaturas ao programa de financiamento ao empreendedorismo tecnológico da Portugal Ventures.

Até ao dia 3 de Março!

 

Procuram-se empreendedores com projectos tecnológicos em fases iniciais do seu lançamento ou expansão e que estejam a apostar nas áreas de:

  • TICE e economia digital;
  • Ciências da vida e biotecnologia;
  • Exploração de recursos endógenos (energia, agronegócio, florestas e economia do mar), nanotecnologia e novos materiais;
  • Novas tecnologias para o turismo, viagens e lazer.

Procuram-se ideias diferenciadas, made in Portugal, que sejam escaláveis e competitivas no mercado global e sobre as quais possam ser definidos claramente direitos de propriedade.

Este é a 14ª Janela do Portugal Ventures! Desde a sua primeira ediçã foram já submetidos 910 projectos com um investimento potencial de mais de 500 milhões de Euros.

 

É a sua vez!

Mais informação em http://www.portugalventures.pt/en/content/call-entrepreneurship-2

 

Bons negócios!

#2016PortugalMaior

Design thinking

business-561388__180Comece nas necessidades do cliente e pense para trás, em como satisfazê-las

A frase, que é atribuída comummente a Steve Jobs, é uma máxima antiga dos negócios. O design é, numa definição livre, precisamente o “Como”.

design thinking é uma nova buzzword dos negócios. Pretende descrever o processo de ligação entre o design (o como) e a inovação (o novo ou a melhoria).

O design thinking é a habilidade de dar forma a um contexto em vez de tomá-lo como ele é. Ou seja, o conceito trata principalmente do que ainda não existe.

Enquanto processo o design thinking preocupa-se em resolver um problema que existe, com uma solução que ainda não existe… e é melhor que as já existentes. É um processo que valoriza a prototipagem, a construção e realização de ideias inovadoras, tirando-as do papel.

 

Porque é que as empresas devem estar atentas?

Porque a inovação empresarial é normalmente reactiva. É uma resposta. Pretende adaptar a empresa a cenários complexos, onde hábitos e preferências de consumidores e clientes mudam com frequência, mas não pretende mudar esses hábitos e preferências propositadamente. E por isso, a inovação tradicional é vulnerável ao tempo e ao risco do negócio.

 

O processo de design thinking foca novas soluções melhoradas ou radicais. Novas experiências estéticas e funcionais. E em colaboração com o utilizador, que participa do processo de prototipagem e testes em fases muito prematuras do desenvolvimento dos produtos ou serviços. Envolvendo-o quando ainda se discute a possibilidade e criando em conjunto aquilo que será a futura oportunidade de negócio. E não o contrário.

Num mundo de possibilidades alargadas, nem sempre os utilizadores sabem o que querem. E por isso o futuro é das empresas que consigam traduzir os seus activos e competências em surpresas funcionais e afectivas para os seus consumidores.

 

Como implementar uma estratégia de desing thinking eficaz?
Valorizando os seus talentos e recursos, fazendo perguntas-chave, criando hipóteses, testando protótipos rápidos (mesmo que não sejam finais nem perfeitos), materializando soluções e testando-as com os utilizadores.

E reservando tempo para que tudo isto possa ser feito de forma contínua. O maior investimento que pode fazer na sua empresa, nos seus produtos e no seu futuro é tempo. O seu, o dos seus colaboradores e dos seus parceiros.

 

Quer saber mais? Este manual pode ajudá-lo a começar. Se quer saber mais contacte-nos.

https://dschool.stanford.edu/sandbox/groups/designresources/wiki/36873/attachments/74b3d/ModeGuideBOOTCAMP2010L.pdf?sessionID=2f58897684fb982484d0df8fbb73761194ef1158

 

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